Pois é, pessoal. Lá vamos nós para o segundo turno. E que páreo duro: a botocuda e o histérico. O que mais me preocupa é ter a botocuda falando sobre “estratégia” de campanha (oioi). Creio que Marta, a botocuda, está mal assessorada. Aliás, atrasada. Esse tipo de “estratégia”, comparativa e cuja maior função é denegrir a imagem do adversário, já foi há muito abandonada pela propaganda.

Mas quem é do meio sabe o quanto é ruim para alguém ter no seu CV passagens por propaganda política. Pega mal para qualquer profissional sério dizer que fez tal tipo de trabalho. Quem se submete a isso é para ganhar dinheiro, já que o fluxo de recursos financeiros é algo Xanadu e os contracheques são generosos. Não é bom negócio declarar que um dia você se juntou ao baixo clero da publicidade.

Parece que a marca Marta não tá com o equity tão bom. Kassabão, ainda que por pouco, a ultrapassou. Mas isso não importa, ele a ultrapassou. Alckmin, mosca morta, fez uma campanha meio baile da saudade, em comparação ao clima trio elétrico dos dois que foram para o segundo round.

Mas, graças aos deuses, as coisas não pioraram: já pensou se fosse Maluf? MEDO!


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A botocuda e o histérico

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Keid S./ VARIUS MULTIPLEX MULTIFORMIS/ “Mas o sol ainda aquecia. A gente ainda sobrepairava a essas coisas. A vida ainda tinha um jeito de adicionar um dia a outro dia. E ainda, pensou, bocejando e começando a notar o mundo exterior (…), ainda havia compensações…” Mrs. Dalloway - Virginia Woolf/ @ CUBOCC since 2007